Aqui está Remy, o novo integrante da família!
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Individualidade em animais?
É verdade, todos temos uma individualidade...até mesmo os animais.
Do ponto de vista da filosofia, “indivíduo” quer dizer “o que não pode ser dividido”, estando associado, portanto, às noções de “unicidade”, “unidade”, “propriedade”, “particularidade”, ou seja, a tudo aquilo que não é partilhado. Por mais que alguns filósofos acreditem que animais não tenha individualidade...
Alguns insistem, erroneamente, que no ponto de vista 'religioso': todo animal age por instintos e só o ser humano tem capacidade de ser um 'indivíduo'! Mas...engana-se quem pensa assim, visto que na Bíblia, livro de Gênese 2:20, vem dizendo que Adão deu nome a todos os animais da Terra. Ou seja, cada animal teve uma particularidade, teve uma individualidade que o diferiu de outro, mesmo com uma imensa variedade de espécies. Não quero através disto discutir se é ou não verdade o tem na Bíblia (pois se trata de fé), mas quero mostrar e acabar com o clichê que muita gente (cristão ou não) solta sobre o ponto de vista da religião em relação aos animais. Outro exemplo é encontrado em Gênesis 1:24, que diz: "E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi." Sendo assim, perante Deus todos tem uma característica específica...seja pessoa ou animal, pois a alma é a sede da nossa personalidade, é o nosso “EU”.
Particularmente, eu defendo a ideia de que quando se trata de um animal não podemos inferir os comportamentos conhecidos (etograma) como 'soberanos' e 'imutáveis', pois cada animal tem a uma característica individual. Citarei dois exemplos como base pro meu pensamento, como:
- Leoa e antílope: esse exemplo é bem famoso, desde um vídeo gravado em 2001 em que uma Leoa adota um filhote de antílope, no Quênia. O mais impressionante foi saber que essa mesma leoa, a Kamuniak, já adotou o quinto filhote de antílope, na reserva de Samburu...chegando a ficar sem caçar para que ele não fugisse e nenhum leão o pegasse, o que infelizmente aconteceu. Eu vejo isto como uma individualidade deste animal, já que são inimigos naturais e não tem vantagem nenhuma para ela adotar um filhote do seu 'almoço'.
Desafio:
E para mostrar isso, adotarei outro camundongo...e observarei sua resposta à minha presença, ao ambiente, a Lucky...e tratei um vídeo mostrando meus dois indivíduos em ação.
"Acredito que qualquer dono, tratador, criador ou amante de animais,
se observa-los, poderá perceber que existe uma individualidade em cada um deles."
Fonte: http://0nca.multiply.com/reviews/item/16
domingo, 9 de dezembro de 2012
Os futuros psicopatas/serial Killers
Só um recado para quem gosta de maltratar animais, seja qual for a espécie...
Segundo o FBI, a maioria dos psicopatas/serial Killers (cerca de 80%) começam sua 'carreira' matando/maltratando animais.
Segundo o FBI, a maioria dos psicopatas/serial Killers (cerca de 80%) começam sua 'carreira' matando/maltratando animais.
Por causa desse resultado, pessoas que maltratam/matam animais são (deveriam ser) tratadas como bandidos (que são), e são julgados de forma severa (não no Brasil). Como nos Estados Unidos, em que esses criminosos são punidos severamente (justiça). Até mesmo crianças com esse tipo de 'atração' por matar/maltratar animais são tratadas e vigiadas desde o começo, como uma forma de prevenir o surgimento de um possível psicopata/serial Killer e proteger a sociedade.
Não ache graça se seu filho/amigo/parente gosta de maltratar animais (sim, tem gente que acha graça...é só procurar no YouTube). Ensine desde pequeno o certo e o errado, e que respeitar qualquer que seja o SER VIVO é essencial.
Evite que alguém que você ama vire um 'animal'!
Não apoie atitudes agressivas contra qualquer ser vivo!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Luto
Esse post vai em protesto contra a ignorância e arrogância humana, e em defesa daqueles que falam, pensam, sentem e agem diferente de nós!
Sei que não irá chegar muito longe, mas faço questão de dedicar um post para expressar nossa indignação! É incrível como o dinheiro, realmente, move o mundo. Por mais que se proteste, nós somos calados pelo poder do dinheiro. Ficamos de mãos atadas, preso em nosso próprio 'mundo', somos incapazes de mudar algo tão explicitamente cruel.
Na minha humilde opinião, a cultura (seja lá o que isso for) de um povo deixa de ser cultura a partir do momento em que deixar de respeitar a vida e a liberdade....e é nesse momento em que ela tem que deixar de ser respeitada e deve ser combatida. Obs.: falo da cultura cruel. Até quando as batalhas serão sempre perdidas quando um lado tiver menos dinheiro que o outro, isso é algo que não vai acabar tão cedo até um real extinção desse animais tão adoráveis...
Obs.: Foto de Afonso Lucky, o camundongo mais doce que já conheci!
Claro, não vou condenar todo o Japão pelo prazer de alguns em matar golfinhos. Pois também tem muitas pessoas contra isso lá, muita gente que tenta lutar contra a crueldade humana. Talvez, por causa de alguns, a natureza tem se mostrado tão vingativa com o povo japonês. Muitas catástrofes naturais e não naturais tem acontecido ali...talvez isso tudo tenha uma explicação, e aquela velha frase seja real "A natureza não se defende, se vinga".
Por mais que a luta pareça impossível de ser vencida, nunca deixe de lutar!
Muitas batalhas foram vencidas pelo cansaço.
By.: AAC.
"Continue a nadar!!!" - Procurando o Nemo.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Novidades...
Olá pessoal,
Enfim, hoje Lucky recebeu uma nova casa! Ahh, quero agradecer a minha amiga Bruna que foi comigo durante a aula só para comprar a casinha dele e adotou as outras duas camundongos...valeu a pena andar tanto (ele ta feliz)!
Só tem um detalhe...meu pequeno não sabe usar a rodinha! Era esperado isso acontecer...já que foi a primeira vez que viu uma. Só espero que ele aprenda e encontre a verdadeira utilidade da rodinha...e assim pare de colocar a comida nela (acha que é outro lugar para dormir)!
Fiz outro pequeno vídeo dele entrando pela primeira vez na nova casa, foi um grande processo (abaixo):
vim trazer novidades sobre a nova vida de Lucky (Remy/Afonso...qual nome vocês escolhem?! Cada pessoa diz um nome.)
Por ele nunca ter visto algo parecido ficou bem assustado, mas está reconhecendo a casinha e já sabe andar por ela todinha. Ahh...só é preciso conter o ciúme de Susi (dog)...
Só tem um detalhe...meu pequeno não sabe usar a rodinha! Era esperado isso acontecer...já que foi a primeira vez que viu uma. Só espero que ele aprenda e encontre a verdadeira utilidade da rodinha...e assim pare de colocar a comida nela (acha que é outro lugar para dormir)!Fiz outro pequeno vídeo dele entrando pela primeira vez na nova casa, foi um grande processo (abaixo):
"O que eu faço é uma gota no meio do oceano. Mas sem ela, o oceano será menor."
(M. Tereza de Calcutá)
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Lucky
Olá pessoal,
gostaria de apresentar para vocês o meu novo amigo:
É lindo né?! Ele ia ser eutanasiado (sacrificado), pois era um camundongo de laboratório...e como o número de animais e os gastos para mantê-los estavam altos tinham que fazer isso. Obs.: não vamos entrar nessa discussão de direito dos animais hoje, apesar de eu querer.
Enfim, resolvi adotá-lo...e minha amiga Bruna ficou com uma fêmea (ela já tinha adotado outra mês passado). Como ele teve a sorte de não ser eutanasiado e eu tive a sorte de adotá-lo...resolvi colocar o nome dele de LUCKY (do inglês: sortudo/afortunado/feliz/que dá sorte...). Essa espécie é conhecida como camundongo Swiss (Suíço) e é utilizada como cobaia em diversos tipos de pesquisa.
Meu pequeno Lucky já está bem acomodado na nova casinha provisória dele, mas vou comprar uma maior. Ahh, e ele amou a casinha de cachorro da Barbie que dei pra ele.
Fiz um videozinho mostrando ele em 'ação':
“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.”
Monteiro Lobato
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Trade-off
O que você acha que é isso?
Bem...no estudo do Comportamento Animal temos esse termo como uma escolha que o animal (ou você) vai fazer para se beneficiar, mas por outro lado vai haver uma perda.
Como a foto abaixo nos mostra:
Temos a opção de comer uma rosquinha (nada saudável) ou uma maçã (saudável)...é bom saber que na vida 'nada é de graça', pois em tudo há um RISCOxRETORNO. Se queremos algo saudável, teremos que abrir mão da rosquinha. E se queremos alguma coisa bem doce (rosquinha), teremos que abrir mão de beneficiar nossa saúde.
Ao fazer a prova de Comportamento Animal, li sobre dois exemplos muito interessantes de Trade-off comportamental em duas espécies de morcegos (Rhynchonycteris naso e Noctilio albiventris).
Exemplo
1: em um artigo sobre observação dos hábitos de duas espécies de morcego, foi visto que uma ponte mais alta favorece os ensaios de voo
dos filhotes, mas aumenta o risco de uma possível queda na água. Devido a esse
comportamento, foi visto um filhote de N.
albiventris, com o corpo ainda desprovido de pelos e antebraço medindo 27,40
mm, agonizando na margem do riacho sob a ponte, completamente
envolvido por formigas “lava-pés” (Solenopsis
sp.). Esse exemplo nos mostra que apesar de haver um custo de vida para os
filhotes (queda na água), esse risco é compensado pelas vantagens apresentadas
por este abrigo, que neste caso é o melhor ensaio para voos (característica
essencial para sobrevivência dos morcegos).
Exemplo
2: também foi exposto outro trade-off,
onde ao se levar em conta o tamanho da ponte utilizada como abrigo e a
quantidade de frestas disponíveis em outras partes dessa ponte, o autor
questionou o porquê de um número tão elevado (cerca de 200) de morcegos
provenientes de distintas colônias se agruparem todos no mesmo local, ampliando
ainda mais os potenciais custos relativos à predação. Como uma possível
resposta para isso, o autor sugeriu a termorregulação, pois o fato de estarem
agrupados diminuiria consideravelmente seus gastos energéticos, reduzindo as
taxas de perda de calor. Outros autores, citados no artigo, inferiram ainda que
tal hábito reduz o risco de predação, pois o tempo que seria gasto para
alcançar a temperatura basal mínima de voo é consideravelmente menor em
agrupamentos que em morcegos solitários. Sendo assim, apesar da quantidade
elevada de morcegos de diferentes colônias aumentarem o risco de predação
(torna o grupo mais visível ao predador), isso seria compensado pela manutenção
da temperatura ideal para alçar voo, o que poderia até compensar esse risco
iminente de predação. Ou seja, apesar de estarem mais visíveis a um possível
predador, eles conseguiriam sair voando mais rapidamente devido à manutenção da
temperatura ideal.
Vamos começar a observar nossos próprios 'trade-off'!
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